É grande o descaso dos governantes com relação às praças do centro de Garanhuns. As praças Irmãos Miranda e João Pessoa, ambas localizadas em pleno centro da cidade estão totalmente entregue às baratas. Muitas são as reclamações da população com relação às mesmas. Infelizmente as denúncias e reclamações não param. Desta vez as reclamações são com a Praça Jardim (que de jardim só tem o nome). Os comerciantes estão indignados com o desprezo dos governantes com relação à mesma. Uma das comerciantes que está sendo bastante prejudicada é a Sra. Helena Silva Almeida. Segundo a comerciante, a tal praça virou ponto de drogados. “A praça agora é o ponto dos cheira-colas, sem contar que a praça virou também banheiro público. À noite, homens e até mulheres fazem da praça um mijador, ou seja, esta praça está sendo conhecida com a praça do mijador. O mau cheiro é insuportável. Como é que pode, uma praça tão conhecida, tão famosa que é a praça Jardim, ser transformada num cortiço desses?”, disse Helena, muito indignada. A comerciante disse ainda que a praça está sendo usada também como lavanderia e de casa para os cheira-colas. “E ainda tem mais, aos domingos os cheira-colas fazem da praça sua morada. Lavam roupas (até as íntimas), tomam banho, e ainda mais fazem comida num fogão a lenha improvisado. E para dormir, se amontoam do lado de fora da agência dos Correios”, disse Helena. A praça Jardim, localizada ao lado do SEBRAE, está sem iluminação e sem segurança.
“O meu estabelecimento já foi assaltado. Para que serve aquele cercado em volta da praça? Serve somente para atrair drogados, fazendo da praça seu habitat natural. Em Arapiraca – AL, as praças são adotadas pelos comerciantes através da prefeitura, em troca, eles recebem descontos nos impostos. Cada comerciante cuida com muito carinho da sua praça adotada. As praças estão lindas. Vale a pena investir. Eu sugeria essa mesma ideia para Garanhuns. Se deu certo lá, por que não poderia dar aqui? Como cidadã garanhuense, faço um apelo às autoridades que cuidem bem das nossas praças”, desabafou a comerciante. Por Rosângela Ferreira
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