A EMPRESA | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PARCEIROS | ANUNCIE | ASSINE | SERVIÇOS | TORNE-SE PARCEIRO | MEUS FAVORITOS | Pernambuco, 05 de Setembro de 2010
 
 
Canais
Agenda
Brasil
Cidade
Cinema
Cultura
Economia
Educação
Esportes
Eventos
Gastronomia
Panorama
Política
Saúde
 Parecer Econômico

09/08/10 - 09:13
CHINA: UM PAÍS RICO COM UMA POPULAÇÃO POBRE!

O mundo está mudando e a economia mais ainda. No primeiro semestre de 2010, os Estados Unidos lideraram, mas a China conseguiu ultrapassar o Japão e conquistou medalha de prata nas “olimpíadas” dos países mais ricos. Algo surpreendente, pois quem poderia imaginar ver os japoneses segurando o bronze?
Desde 1968 o Japão detém a posição de segunda economia do mundo, mas nos últimos oito anos o país vem apresentando um lento crescimento econômico. De acordo com os dados do Banco Mundial, o Japão cresceu apenas 5%, enquanto a China se expandiu nada menos que 261%. 
Na verdade, os chineses já haviam dito recentemente que tomariam o título de seu vizinho e que em 2025 irão conquistar o ouro. Bem, tal afirmativa parece caminhar para sua concretização, pois os chineses fecharam a primeira metade do ano com uma diferença de 50 bilhões de dólares acima do PIB japonês e os números parciais confirmam a previsão de que a China terminará este ano como a segunda maior economia do mundo.
A grande causa da “lentidão” japonesa não está na “preguiça” de suas indústrias e muito menos na incapacitação de seus trabalhadores juntamente com o decréscimo de qualidade de seus produtos. O problema origina-se na grande apreciação do iene (moeda japonesa) em relação ao dólar. A recuperação da economia japonesa tem sido creditada a um reaquecimento das exportações, mas a valorização de sua moeda torna os produtos japoneses mais caros e menos competitivos no mercado internacional. Enquanto isso, seus concorrentes no mercado externo cresceram mais no segundo trimestre de 2010. Estados Unidos e a Alemanha, por exemplo, expandiram-se 2,2% e 2,5%, respectivamente.
Se o Japão é lento, pelo menos ele caminha com qualidade. Muito diferente da rica China que ainda é muito pobre na questão de desenvolvimento no país. Quando analisamos o PIB per capita, ou seja, dividimos a riqueza pelo número de habitantes, o número chinês é muito menor que o do Brasil e mínimo quando comparamos ao PIB per capita americano e japonês. Os Estados Unidos possuem US$ 46,3 mil, o Japão US$ 33,4 mil, o Brasil US$ 9,4 mil e a China apenas US$ 4,9 mil dólares. 
É surpreendente saber que existe um país tão rico e tão pobre ao mesmo tempo, mas a China consegue ter esse “talento”! Apesar de estar no topo das economias mundiais, o país possui 150 milhões de pessoas vivendo com menos de US$ 1,00 ao dia, ou seja, a maior população de pobres do mundo depois da Índia. Acredito que, para alcançar um desenvolvimento, a China de 1,3 bilhão de habitantes, teria que ter um PIB de US$ 50 trilhões para obter uma renda per capita comparável à do Japão. O valor equivale a três vezes e meia o tamanho da maior economia do mundo, a dos Estados Unidos, de US$ 14,3 trilhões. Além disso, outro elemento peculiar da ascensão chinesa é o fato de que 53% de sua população continuar a viver no campo. São 700 milhões de pessoas que ainda precisam ser incorporadas à era industrial e ao mercado consumidor, universo que equivale a mais de três Brasis.
Bem, muita gente afirma que o Brasil tem infraestrutura africana e crescimento chinês, mas muitos esquecem que não temos um futuro com 400 milhões de camponeses migrando para as grandes cidades brasileiras. Um realidade utópica para o Brasil e ameaçadora para a China.


0 comentário(s) (Comente)


08/08/10 - 08:09
TUCANOS QUE NÃO FAZEM MEDO


Falta pouco para as eleições presidenciais e estamos assistindo, mais uma vez, à estratégia tucana de implantar o terror para conquistar votos. Ao invés de discursos políticos bem elaborados, com grandes projetos para a continuidade da crescente expansão brasileira, os caciques do PSDB e DEM preferem usar a velha e surrada tática do medo.

Quem não se lembra do PSDB, em 1994, quando procurou associar o PT à desestabilização da economia na campanha de FHC que tinha acabado de lançar o Plano Real. Em 1998, a campanha tucana foi feita sobre a ideia de que mudando o governante, o Brasil regrediria, perdendo as conquistas do Plano Real. A grande verdade é que nessa época, o presidente Bill Clinton não suportava a ideia de ver Lula conquistando a presidência e o Tio Sam perdendo seu mais servil empregado. Assim, para salvar o já fracassado e inflacionário Plano Real, Bill Clinton fez um feito histórico: concedeu o maior empréstimo já feito para os brasileiros, um total de 41 bilhões de dólares para dar maior credibilidade ao Real, afastar as inflações e fazer com que FHC pudesse vencer as eleições. Foram mais quatro anos de escravidão, inflação, privatização e um país mergulhado em dívidas externas.

Durante as eleições de 2002, algo inacreditável aconteceu. A atriz global Regina Duarte, usando seu prestígio e fama, faz seu apelo dizendo que tinha medo do PT. O radicalismo petista e a inexperiência de Lula para enfrentar a grande crise econômica brasileira foram as armas tucanas para amedrontar o eleitorado. Contudo, o povo brasileiro estava cansado de tantos doutores que nada faziam pelo Brasil. Não havia maneiras de a Elite Política manipular os eleitores. Assim, o Palácio da Alvorada recebia, em janeiro de 2003, seu novo morador: o torneiro mecânico Luiz Inácio Lula da Silva.

É certo que em 2006 os petistas também provocaram os tucanos espalhando que o então candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, privatizaria a Petrobrás e acabaria com o Programa Bolsa Família. Mas nada se compara ao terror que os tucanos estão tentando gerar para essas eleições de 2010. Dessa vez, as afirmações são de que o PT está ligado às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), ao Comando Vermelho do Rio de Janeiro, que o Lula vai implantar uma ditadura populista no Brasil, a Dilma é terrorista, entre tantas outras acusações que os tucanos ainda não conseguiram provar.

Um fato interessante é a associação que tentam fazer entre Dilma e o terrorismo. Se a presente candidata lutava por uma democracia e hoje é considerada “guerrilheira”, por que alguns tucanos exilados (Serra e FHC, inclusive) que também foram contra o governo militar não são denominados dessa forma? As más línguas falam que enquanto Dilma lutou pelo fim da ditadura, foi presa e torturada, Serra (exilado no Chile) e FHC (exilado na França) “fugiram” para não morrerem pela luta armada. Lutando ou fugindo, Dilma, Serra e FHC buscavam um objetivo comum: a democracia.

Enfim, a atual existência de um discurso ácido, ameaçador e um tanto infantil por parte do PSDB e do DEM contra o PT, mostram desrespeito em relação ao seu eleitor e despreparo para discutir de forma aceitável os problemas do país e suas possíveis soluções. Tudo indica que o desespero dos tucanos está fazendo grandes estragos, pois as pesquisas mostram que Dilma Roussef não faz tanto medo assim e segue na frente com quase 41% de intenções de voto.

 


0 comentário(s) (Comente)


08/08/10 - 08:04
O FIG TRAZ CRESCIMENTO OU DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO?

O 20º Festival de Inverno de Garanhuns terminou deixando saudades para alguns e dúvidas para muitos. É complicado elaborar um festival cujas atrações conseguem atender aos gostos de diferentes públicos e diante da satisfação da maioria do público que compareceu ao evento, conclui-se que a organização e ampliação de atrações merecem ser parabenizadas. Entretanto, venho observando um equívoco por parte de algumas pessoas que, prestando declarações à imprensa, afirmaram que o FIG traz desenvolvimento sócio-econômico para Garanhuns. Afinal de contas, o que FIG traz de benefício é o desenvolvimento ou o crescimento econômico? Na verdade, há um conflito de ideias entre o significado dessas duas expressões.
Crescer economicamente é aumentar as variáveis macroeconômicas, tais como o PIB, as exportações, importações, salários, dentre outras. Por outro lado, o desenvolvimento econômico diz respeito à capacitação do capital humano, à qualidade de vida dos habitantes e se refere aos serviços prestados na área de tecnologia, da saúde e educação. Diante destes conceitos, chega-se à conclusão de que mesmo que um país ou uma cidade cresça economicamente, ela não estará, necessariamente, se desenvolvendo. Para que um crescimento seja sustentável e forte é preciso que ele esteja alicerçado no investimento em infra estrutura, no saneamento básico, na educação e, principalmente, redistribuição de renda, o que capacita a população e gera o desenvolvimento. Além disso, quando falamos sobre crescimento econômico, levamos em conta o conceito de curto, médio e longo prazo o que significa, economicamente, um, cinco e dez anos, respectivamente.
        Levando-se em consideração que a duração do FIG é de apenas dez dias, concluímos que o evento proporciona um crescimento econômico em curtíssimo prazo. Nesse pequeno período, há um aumento significativo (em mais de 60%) no setor de serviços e comércio em Garanhuns. Entretanto, isso é apenas uma “gota no oceano” quando pensamos em desenvolvimento econômico.
Quando a empolgação do FIG passa, vivenciamos um Garanhuns feliz, mesmo dentro de um universo de grandes disparidades sociais, em que a classe dos “mais favorecidos” retorna para suas atividades felizes por ter feito grandes alianças dentro dos camarotes, enquanto assistiam aos shows. Para os “menos favorecidos” a felicidade consiste em um sorriso no rosto pela renda extra adquirida através das vendas ou dos diversos serviços prestados. Infelizmente, essa alegria tem duração! Possivelmente, ela é duradoura para aqueles que assistiram as atrações do alto, porém para quem permaneceu em “terra firme”, eu estipulo uma “felicidade” com validade máxima até dezembro.
O São João de Caruaru já acabou há um mês, porém o pólo de confecções e a feira semanal da Sulanca continuam a todo vapor, gerando renda para milhares de pessoas. O FIG acabou de terminar e agora a dúvida que resta é saber se teremos que esperar até o próximo festival para dar continuidade ao nosso crescimento econômico.

0 comentário(s) (Comente)


10/07/10 - 10:06
Um Sindicalista que ensinou aos Doutores

As propagandas políticas já começaram e a competitiva corrida em busca do Planalto está cada vez mais disputada entre os grandes duelistas: esquerda e direta.  Mas, pensando bem, quem estará nessas frentes dessa vez?  Pela primeira vez no Brasil, estamos assistindo a uma eleição cujos candidatos da “direita” estão tentando inibir sua vocação política em busca de um discurso popular.
Historicamente, a Direita levou a melhor em todas as eleições. Uma cúpula forte, inteligente, capaz, bem diplomada, poliglota, formada por doutores, empresários, enfim, grandes homens dotados de sabedorias capazes de fazer muito pelo Brasil. Afinal, qual trabalhador votaria em seu semelhante se é muito mais elegante ter um presidente “professor-doutor”, capaz de fazer um eloqüente discurso na ONU, em inglês, ou de falar um português bem difícil para que os brasileiros pensem que o fato de não entendê-lo significa progresso. E em relação aos estrangeiros, a garantia e o conforto de ter de um “escravo” que os entenda!
É uma lástima saber que essa foi nossa realidade por longos anos e uma tristeza e decepção ao confirmar que tantos títulos não trouxeram o desenvolvimento esperado pelo Brasil. Só tínhamos uma certeza: nunca haveria uma possibilidade de ultrapassar a barreira de “país coitadinho” e sempre estaríamos “abaixando nossas cabeças” para as grandes potências mundiais.
Para muitos a Lei Áurea, que libertou os escravos, foi assinada em 13 de maio de 1888, para mim foi em 31 de dezembro de 2002, ocasião em que Luís Inácio Lula da Silva Foi eleito presidente. Se a Princesa Isabel estava ali representando os ingleses, quem estaria por trás de Lula, na vitória de sua eleição, marcando o início de seu primeiro mandato? A Rede Globo? A Revista Veja? Os americanos? Os grandes empresários? A resposta é simples: era o povo brasileiro cansado de tanta inflação, dívidas externas e apagões de energia.
Um pernambucano sem títulos, falando um português e sem saber nenhuma língua estrangeira estava subindo a tão disputada rampa do Palácio do Planalto. Era o início de um novo capítulo da história política brasileira e o começo do nascimento de nossa mais verdadeira identidade nacionalista.
Oriundo de um estado em que figura na  tradição popular o repentista, orador dotado  grande capacidade de improvisação, humor, e rapidez de raciocínio, esse sábio pernambucano conseguiu fazer da política um campo propício para inúmeras histórias orais e estratégias intuitivas que o levaram a situações “nunca antes imaginadas” por nós. Esse “analfabeto”, como muitos insistiram em falar, que não entende nada de educação, criou mais escolas e universidades que seus antecessores juntos, e ainda criou o PRO-UNI, um programa capaz de levar o filho de uma família pobre à universidade.
  Em relação à política externa, esse sindicalista ignorou a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas) e a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), olhando para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista. Tem fácil trânsito junto a Barack Obama Chaves e Fidel, dentre outros governantes. Além disso, seu nome chega até ser cotado como forte candidato a Secretário Geral das Nações Unidas.
No campo da economia, Lula, que nunca ouviu falar em Keynes, criou o PAC antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado intervir, mandou abaixar o IPI levando a indústria automobilística a bater recordes no último trimestre de 2009, colocou 32 milhões de miseráveis na condição de consumidores, pagou as contas do ilustríssimo doutor FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda tem reservas suficientes para emprestar para quem está falido.
Diante da diplomacia internacional, o presidente, que não fala outro idioma a não ser o português, tem passe livre entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes do mundo atual, é ator das mudanças geopolíticas das Américas e já está sendo cotado pelos palestinos para dialogar com Israel.
Em suma, a política implantada pelo sindicalista nos fez crescer e sermos respeitados como brasileiros diante do mundo. Esse Lula, que não entende nada de nada, provou ser melhor que todos os outros que entendem de tudo! Um nordestino que fez a sua história e será eternamente lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil. Um cidadão que mostrou que para fazer política não são necessários muito mais que livros e que diplomas. É necessário apenas nascer e ter o dom de um político que acredita nas potencialidades do Brasil. Pena que os 5% dos ricos brasileiros (que detêm 80% das riquezas do Brasil) juntamente com a classe média alta e uma parcela da média baixa, a Revista Veja, Folha de São Paulo, Rede Globo estão lutando pela “fabricação” de um político popular chamado José Serra. Só posso desejar uma coisa: Boa Sorte!

5 comentário(s) (Comente)


08/04/10 - 08:02
Um alerta para Garanhuns

Como diz a sabedoria popular de um povo que vive no coração do Agreste Pernambucano, quem beber da água de Garanhuns, um dia volta! De fato, a cidade tem uma elegância exuberante e um urbanismo exemplar. Porém, acredito que Garanhuns pode e deve buscar sempre mais!

A característica fundamental do município consiste na concentração de suas atividades econômicas no setor de bens e serviços, mas e as atividades industriais e agropecuárias? Onde está o desenvolvimento sustentável de Garanhuns? Seremos sempre uma cidade turística? Nosso futuro será traçado em acolher os turistas de Caruaru, de Gravatá, de Recife, enfim, de tantas outras cidades ou regiões brasileiras? Não podemos ficar de braços cruzados vendo nossos vizinhos ficando ricos, como Caruaru, por exemplo, enquanto nós ficamos à espera de que esses “novos riquinhos” venham até nós para consumir e descansar em um curto período de tempo. A demanda pelo turismo em Garanhuns é, relativamente, considerável, mas não se trata de uma atividade que fará de nós uma cidade com crescimento econômico ascendente porque nossa dependência em relação aos outros é tamanha e isso não fará de nós auto- sustentáveis. Seremos eternamente dependentes e isso não é bom! O ideal é buscar um equilíbrio entre serviços, indústria e agropecuária de modo que tenhamos mais opções na geração de nossa renda.

O excesso de burocracia é a característica fundamental para o não crescimento. Venho observando um “fechar de portas” por conta de nossas políticas governamentais. Como diz um ditado: “não podemos atrair mosca com vinagre”, então, diante de inúmeras burocracias, como faremos criar clientes que queiram investir em Garanhuns? É inacreditável, mas tudo indica que a cidade se fecha temendo o fim de seu ilustre título: Cidade das Flores. Nada será destruído com políticas governamentais justas, eficientes e rigorosas. Cabe ao Estado o poder para organizar e disciplinar quem está dentro de sua “casa”. É de suma importância reestruturar o papel do arranjo institucional garanhuense para começar, enfim, nossa busca pelo crescimento econômico.

Caruaru vem crescendo em ritmo acelerado e desorganizado. A cidade cresce e enriquece, mas quem sofre é a população e o meio ambiente. De acordo com a FIEPE (Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco), Caruaru tem aproximadamente 700 indústrias e 14.000 empresas de todos os setores, incluindo lojas. Além disso, é um município que visa a capacitação de pessoas oferecendo um grande leque de opções em universidades e escolas técnicas. Tudo indica que Caruaru, dentro da ótica do Tripé (arranjo institucional, capital humano e avanço tecnológico) está quase chegando a sua completa formação, porém sua deficiência em arranjos institucionais, fazem-na perder o título de uma cidade plenamente desenvolvida. Uma qualidade nesse índice deficitário é a política de “abrir portas” que o governo vem fazendo visando a ampliação de clientes que queiram investir na cidade. Tudo indica que Garanhuns, seguindo a lógica do tripé, está tentando ampliar seu capital humano, mas falha nos arranjos e na tecnologia. Onde estão nossas indústrias? Como gerar empregos formais? Qual é a política de atrair clientes? São perguntas sem respostas, mas para questões como quais os artistas que brilharão no Festival de Inverno serão prontamente respondidas. É preocupante pensar que um único faturamento anual seja capaz de suplantar todas as necessidades de um município o fazendo crescer economicamente!
Garanhuns deve buscar uma reestruturação, repensando suas políticas de desenvolvimento de modo a se tornar independente. O papel da economia e do poder de políticas governamentais na gestão ambiental e na busca de novos investimentos é a garantia de nosso crescimento no longo prazo. O título Cidade das Flores deve ser mantido não somente porque temos belos jardins, mas por sermos desenvolvidos e ecologicamente corretos. Se não pensarmos assim, continuaremos a ver, do alto de nossas colinas, o crescimento de nossos vizinhos, esperando que eles gastem um pouco do que ganham em nossos eventos e festivais.

1 comentário(s) (Comente)


Jornal Cidade
Proibida a cópia total ou parcial deste site sem autorização de seus administradores
Desenvolvido por AgênciaNET